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17/03/2016
Dormir depois das onze da noite pode atrapalhar sua dieta

Quem costuma dormir tarde e por pouco tempo tende a ter mais problemas em controlar a balança e a manter hábitos saudáveis. É o que mostram os dados coletados pelo aplicativo Jawbone UP e publicados pelo jornal britânico Daily Mail. Segundo o levantamento, pessoas que dormem após as 23 horas são mais propensas a consumir mais álcool, cafeína e alimentos gordurosos.

 

Para chegar aos resultados, os pesquisadores utilizaram o Jawbone UP - uma pulseira que monitora as atividades físicas e o sono dos usuários e transmite os dados para um aplicativo. Após monitorar estes dados, associados a informações como consumo de álcool e alimentos relatas pelos usuários no aplicativo, concluiu-se que os hábitos noturnos podem contribuir para o ganho de peso.

 

Analisando dados de seus usuários, pesquisadores da Jawbone descobriram que pessoas que dormem após as 23h tendem a consumir mais alimentos gordurosos, em comparação com aqueles que vão para a cama entre 19h e 23h. Estas pessoas também têm o hábito de consumir mais álcool, cafeína e açúcar, totalizando, em média, 220 calorias diárias a mais do que dormem cedo.

 

Ainda de acordo com o estudo, seguir um cronograma de sono é melhor para a saúde. Os pesquisadores viram que dormir constantemente em horários diferentes, com uma variação de mais de uma hora entre um dia e outro, pode levar uma pessoa a consumir 245 calorias a mais por semana. O horário que a pessoa vai para a cama também influencia no tipo de alimento ingerido.

 

"Pessoas que dormem cedo tendem a comer mais alimentos saudáveis, como legumes, frutas, carboidratos ricos em fibras e proteínas magras, enquanto aquelas que vão para a cama entre 23h e 3h preferem opções menos saudáveis, como carboidratos, carnes processadas e gorduras saturadas", disse Kristin Aschbacher, psicóloga e pesquisadora de dados da Jawbone.

 

Estudos anteriores mostraram que dormir pouco afeta a liberação de hormônios associados à regulação da fome e da saciedade como grelina, leptina e insulina.

 

Os pesquisadores esperam que, com estes resultados, as pessoas possam entender o poder de uma boa noite de sono e passem a regular melhor a hora em que vão dormir.

 

Fonte: Veja online

Postado às 16:14
14/03/2016
Pesquisa sugere elo entre chocolate e melhor desempenho do cérebro

Análises de uma pesquisa americana realizada na Austrália sugerem que há uma ligação entre o consumo de qualquer tipo de chocolate e melhorias no funcionamento do cérebro.

 

A pesquisadora especializada em nutrição Georgina Crichton, da Universidade do Sul da Austrália, analisou uma pesquisa que teve início na década de 1970 nos Estados Unidos e observou mais de mil pessoas durante 30 anos.

 

O objetivo da pesquisa, chamada Maine-Syracuse Longitudinal Study (MSLS) - pois envolvia a Universidade do Maine e o Instituto Luxemburgo de Saúde -, era observar a relação entre a pressão sanguínea das pessoas e o desempenho do cérebro.

 

Isto foi feito durante décadas até que os pesquisadores resolveram ampliar o estudo e observar outros fatores de risco cardiovascular, incluindo diabetes, obesidade e fumo. A pesquisa teve ao todo sete coletas de dados entre os participantes, feitas com cinco anos de intervalo.

 

O pesquisador que liderou o estudo, Merrill Elias, decidiu perguntar aos participantes o que eles comiam e incorporou um novo questionário já na sexta onda de coleta de dados, entre os anos de 2001 e 2006.

 

As respostas a esse questionário deram pistas sobre a dieta dos participantes que interessaram os pesquisadores.

 

"Descobrimos que as pessoas que comiam chocolate pelo menos uma vez por semana tendiam a ter um melhor desempenho cognitivo. É significativo, toca vários domínios cognitivos", afirmou Elias.

 

A pesquisadora australiana entrou em contato com Merrill Elias, que liderou o MSLS, para fazer uma nova análise da pesquisa.

 

"Examinamos se o consumo habitual de chocolate estava associado à função cognitiva (funcionamento do cérebro - memória, concentração, raciocínio, processamento da informação) em cerca de mil indivíduos no MSLS. Descobrimos que aqueles que comeram o chocolate pelo menos uma vez por semana tiveram um melhor desempenho em múltiplas tarefas cognitivas, se comparados àqueles que comiam chocolate menos de uma vez por semana", disse Georgina Crichton

 

O que foi analisado

 

Entre os aspectos analisados estavam memória verbal, memória visual e espacial, organização e raciocínio abstrato, além da habilidade de recordar uma lista de palavras ou onde um objeto foi colocado.

 

"Com exceção da memória funcional, essas relações não foram atenuadas com o controle estatístico para fatores cardiovasculares, de dieta e estilo de vida. Isto significa que independentemente de fatores como idade, sexo, nível de educação, colesterol, glicose, pressão sanguínea, energia total e consumo de álcool, a relação entre consumo de chocolate e cognição continuava sendo importante", afirmou Crichton.

 

A pesquisadora afirma que existe uma crença histórica nos benefícios do chocolate, mas baseada apenas na experiência e observação. Agora a ciência está começando a identificar bases para estas crenças.

 

"O chocolate e os flavonoides do cacau eram associados à melhoria em uma série de problemas de saúde que vinham desde tempos antigos e os benefícios cardiovasculares já tinham sido estabelecidos, mas sabíamos muito menos a respeito dos efeitos do chocolate na neurocognição e comportamento", disse Crichton.

 

Fonte: BBC Brasil

Postado às 11:47
01/03/2016
Harvard recomenda: para evitar lesões ao correr, a pisada tem de ser leve

Pisar mais leve reduz o risco de lesões em corredores. De acordo com estudo publicado recentemente no periódico científico The British Journal of Sports Medicine, corredores que nunca se machucaram pisam de maneira muito mais leve do que aqueles que sofreram lesões. As informações são do jornal americano The New York Times.

 

O estudo, realizado por pesquisadores da Escola de Medicina de Harvard, nos Estados Unidos, acompanhou 249 corredoras amadoras, ao longo de dois anos. Uma característica em comum entre as participantes é que todas batiam no chão com os calcanhares quando corriam. De acordo com os autores, embora a maioria dos corredores faça isso, bater com o calcanhar no chão causa mais impacto do que apenas tocar o chão a partir do meio do pé.
Durante a primeira fase de experimentos, as voluntárias responderam questionários sobre o histórico de lesões e correram em uma esteira especial que detectava a carga de impacto da pisada. Depois, os cientistas pediram que cada participante completasse um registro online diário de corrida e relatasse machucados.

 

Ao longo de dois anos de acompanhamento, mais de 100 voluntárias relataram ter sofrido lesões sérias o suficiente para exigir atendimento médico. Outras 40 citaram ocorrências menos sérias e o resto não teve problemas. Para surpresa dos pesquisadores, 21 das 249 corredoras, nunca tiveram lesões - nem durante o estudo, nem antes. Ao estudá-las, os autores descobriram que sua pisada era mais leve, em comparação com as corredoras que se lesionaram. Os resultados permaneceram iguais mesmo após ajustes para fatores como distância percorrida, peso corporal e outras variáveis.

 

"Uma das corredoras que estudamos, uma mulher que terminou várias maratonas e nunca se machucou, tinha uma das menores cargas de impacto que já vimos", disse Irene Davis, principal autora do estudo.

 

Diante da descoberta, a recomendação dos autores para corredores é: pense conscientemente em "pisar leve". Entre as dicas sugeridas estão: tentar pisar mais perto do meio do pé, aumentar a quantidade de passos por minuto e até mesmo imaginar que se está correndo sobre cascas de ovos ou sobre a água.

 

Fonte: Veja Online

Postado às 12:15
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