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18/11/2015
Google vai investir US$ 50 milhões para curar doenças cardíacas

Doenças cardiovasculares matam mais de 17 milhões de pessoas por ano, segundo a Organização Mundial da Saúde. Ainda que diferentes tratamentos sejam estudados e utilizados por médicos, pouco se sabe a respeito das origens ou como curar muitas dessas disfunções. Um novo grande investimento do Google pretende mudar isso.

 

Em parceria com a Associação Americana do Coração (AHA, na sigla em inglês), a divisão de pesquisas em saúde da empresa, o Google Life Sciences, anunciou esta semana um investimento de US$ 50 milhões em projetos inovadores que busquem a erradicação de doenças cardíacas.

 

O dinheiro será investido em apenas um time de pesquisadores que possam apresentar ao Google e ao AHA uma proposta convincente. "Os modelos tradicionais de financiamento de pesquisas são sempre incrementais e fragmentados, dificultando o estudo alongo prazo de um assunto multifacetado", explicou Andrew Conrad, presidente do Google Life Sciences. "Nós estamos comprometidos com uma nova e ousada abordagem".

 

Os cientistas e médicos interessados no financiamento poderão submeter suas propostas de pesquisa a partir de janeiro. O time escolhido pelo Google e pela AHA será anunciado em 14 de fevereiro. Para conquistar os US$ 50 milhões, a ideia deverá ser elucidada em apenas uma lauda.

 

Fonte: Abradilan

Postado às 15:43
10/11/2015
Japão quer distribuir medicamentos com drones em 2018

O Japão pretende implementar um sistema de distribuição de medicamentos por meio de drones, para abastecer zonas isoladas, com escassas instalações médicas. A operação deve começar em 2018, informou o diário econômico Nikkei.

 

O sistema permitiria inicialmente que os aviões não tripulados transportassem medicamentos com receita, sangue para transfusão e outros produtos urgentes.

 

Para concretizar a ideia, o governo japonês deverá ampliar as bandas de frequência atualmente estabelecidas e aumentar a potência de saída das estações de redes sem fio.

 

Fonte: Abradilan 

Postado às 12:20
05/11/2015
Nova vacina para infecções respiratórias

Um estudo publicado na revista Science Translational Medicine desta semana identificou uma nova candidata a vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR), uma das principais causas de infecções respiratórias e pulmonares em recém-nascidos e crianças com menos de 1 ano e que, no Brasil, predomina de abril a setembro. A substância desenvolvida pela Escola de Saúde Pública Johns Hopkins Bloomberg, nos Estados Unidos, consiste em uma versão enfraquecida do VSR e, de acordo com os pesquisadores, “é uma grande promessa contra a doença”. Atualmente, não há imunização contra o vírus, que provoca até 199 mil mortes por ano em todo o mundo.

 

Criar uma vacina com um vírus enfraquecido — similar ao que se usa para prevenir sarampo e rubéola — requer um balanço delicado: o vírus deve ser fraco o suficiente para não deixar ninguém adoecer, mas forte o bastante para induzir uma resposta do sistema imunológico do organismo. Os cientistas que conduziram um estudo clínico da vacina disseram que conseguiram fazer isso utilizando a própria maquinária do VSR. A substância, chamada MEDI m2?-2, é feita de uma versão geneticamente construída do vírus, na qual falta o gene da proteína M2-2. Quando ela é apagada, o VSR produz mais proteínas capazes de estimular uma resposta imune, mas se torna menos infeccioso.

 

“Uma vacina anti-RSV com a deleção do M2-2 pode ser o caminho rumo a uma melhor resposta imune, algo que notamos em nossos estudos pré-clínicos”, disse Ruth A. Karron, principal autora do estudo e diretora do Centro de Pesquisa de Imunização. “Pelo que vimos nesse nosso pequeno e preliminar estudo realizado em crianças, a vacina está trabalhando do jeito que esperávamos”, afirma.

 

A substância foi avaliada em adultos, crianças mais velhas previamente infectadas com o vírus e bebês que nunca foram expostos ao RSV. A vacina foi ministrada por meio de uma gota no nariz, parte do corpo em que o vírus se instala inicialmente para, depois, se espalhar pelo corpo. “Os primeiros dados são empolgantes e nos fazem pensar de forma diferente sobre o desenvolvimento de vacinas de vírus vivos para o RSV”, diz Karron. “Se confirmarmos os resultados em nossos estudos futuros, acredito que estamos a menos de uma década de uma vacina segura e efetiva feita do RSV vivo atenuado”, conclui.

 

Fonte: Abradilan.

Postado às 13:13
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